Resumo de projetos de 2011


ENERGIA POR ATRAÇÃO MAGNÉTICA 
Alunos: Ana Luiza Pilz, Letícia Carolina Barbian e Luciano Daniel Camara
Professora Orientadora: Núria Meurer
Apresentação: 09/09/2011

      A relação que existe entre a eletricidade e o magnetismo vem da teoria desenvolvida por James Maxwell. Quando se associa a imãs, pode se resultar em uma força eletromagnética. Temos como objetivos pesquisar um pouco mais sobre eletricidade e imãs, assim como entender o que a força eletromagnética tem a ver com quase todos os fenômenos físicos e a relação que existe entre a eletricidade e o magnetismo. Além disso, realizaremos um experimento e uma entrevista. Justificamos a escolha deste assunto, para entendermos a força que o campo eletromagnético exerce sobre cargas elétricas. Foi a partir da descoberta realizada pelo físico dinamarquês Hans Christian Oersted de que toda corrente elétrica gera um campo magnético, que ocorreu o desenvolvimento da eletricidade prática. O magnetismo foi se desenvolvendo, mas não se suspeitava que tivesse alguma relação com a eletricidade. Foi no início do séc. XIX que se observou uma íntima relação entre esses fenômenos. O elemento básico da corrente elétrica é o portador de carga-elétrica – elétrons nos sólidos e elétrons ou íons nos positivos ou negativos nos líquidos e gases. Esses portadores constituem uma parcela ínfima da estrutura do material condutor no qual se localizam e tem um movimento espontâneo, que, além de muito irregular, resulta em um movimento médio nulo. Na antiguidade se usavam pedras para atrair pedaços de ferro. Essas pedras possuíam óxido de ferro e eram denominadas magnetita. Elas eram encontradas na Turquia, mas foi mais tarde que foi descoberta a possibilidade de fabricar imãs artificiais. Foi graças ao inglês Michael Faraday que podemos, por exemplo, produzir energia elétrica em usinas hidrelétricas, reproduzir sons em fitas de áudio e vídeo, entre outros. O imã é feito de material ferromático e possui dois pólos: o pólo norte e o pólo sul. Em sua volta gera um campo magnético e se dividirmos esse imã ao meio, obteremos outros dois imãs menores. A força eletromagnética acontece quando duas cargas elétricas estão em movimento, conseqüentemente acontecendo à atração e a repulsão dos pólos dos imãs. Todos os fenômenos físicos, exceto a gravidade, possuem cargas elétricas, havendo interações entre os átomos que são regidos pelo eletromagnetismo.




ESPELHOS QUEBRADOS
         Alunas: Bruna Luiza da Cunha, Bruna Tamiris Gaertner e Maiara Soares.
         Professora orientadora: Núria Meurer 
         Apresentação: 09/09/2011

O espelho é um instrumento refletor que emite uma imagem de qualquer ângulo. Optamos por este assunto, pois o espelho é um objeto que usamos todos os dias, ocorrendo por muitas vezes a quebra. Tivemos como objetivo saber por que os espelhos quebram o que são espelhos, história dos espelhos, tipos de espelhos, reflexão difusa, imagem de um espelho, real e virtual, reaproveitando espelhos quebrados, e entrevista com alunos e profissionais. E ainda realizamos algumas experiências. Os espelhos quebram, pois tem uma característica frágil, são finos e além de tudo são feitos de cristais. Os espelhos são uma superfície muito lisa, que permite alto índice de reflexão da luz que incide sobre ela. O espelho surgiu no século 13, em Veneza, quando alguém teve a idéia de unir o vidro e placas de metal. Surgindo assim o espelho, como conhecemos até hoje. A produção de um espelho em uma indústria começa a partir da decomposição de metais do tipo prata, alumínio ou cromo sobre uma face do vidro, em seguida são usadas três camadas. A principal é uma superfície de metal super polida, que reflete muito bem a luz e fica no meio do espelho. Por trás dela, existe uma camada escura, normalmente de tinta preta, que absorve a luz que vem de trás do espelho e impede que ela vaze pela camada de vidro, que dá solidez ao espelho e protege a película metálica contra riscos que distorçam a reflexão dos raios de luz. Mas para a fabricação dos espelhos também são usados outros produtos muito importantes, como a resina, primeira camada de tinta (protege contra alterações químicas), segunda camada de tinta (protege contra choques), camada passivadora, prata e camada sensibilizadora (aumenta a aderência da prata). Os tipos de espelhos que existem são, os espelhos planos, espelhos côncavos esféricos, espelhos esféricos convexo. O espelho plano é uma superfície lisa e plana, que refletem especularmente a luz, eles são obtidos com o polimento de chapas metálicas. O espelho côncavo é uma superfície esférica que apresenta na parte interna o seu lado refletor. A reflexão difusa acontece quando raios luminosos paralelos incidem numa superfície plana, polida os raios refletidos também são ásperas, suas irregularidades refletem a luz em diferentes direções. Quando nos olhamos num espelho, conseguimos ver a imagem de nosso corpo porque os raios de luz que são refletidos, por nosso corpo chegam até a superfície do espelho, sofrendo reflexão regular e chegam aos nossos olhos. A imagem de um objeto pode ser classificada em imagem real e virtual. A imagem real é efetivamente formada pelos raios de luz. Uma imagem virtual é uma imagem que parece ter sido formada através do instrumento óptico, pelo prolongamento dos raios de luz. A origem das superstições com espelhos surgiu com um mito na Grécia Antigo sobre Narciso, que se apaixonou pela própria imagem refletida num lago, mas morreu de inanição ao passar o resto da sua vida tentando acariciá-la.
 Fizemos uma experiência com os espelhos quebrados que tínhamos em nossas casas e sem utilidade, decidimos criar um quadro de madeira de 15 cm X 20 cm. Após colamos os cacos de espelhos com cola quente, depois passamos massa corrida entre os espelhos e na madeira restante, e com um pente fizemos uma textura. Por fim, pintamos a caixa com tinta verde e branca.
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APROVEITAMENTO DA ENERGIA SOLAR
         Alunas: Aline Cristina Behling, Camila Metz e Tainá Laisa Werberich
        Professora Orientadora: Núria Meurer
        Apresentação: 09/09/2011

     
A luz esta presente no nosso dia-a-dia. A sua utilização e seus fenômenos sempre estiveram presentes na vida do ser humano. Para enxergamos um objeto é necessário que o ambiente em que nos encontramos possua luminosidade suficiente, seja do sol ou de fontes artificiais de luz. O aproveitamento da energia gerada do Sol inesgotável na escala terrestre de tempo, tanto como fonte de calor quanto de luz, é hoje, sem sombra de duvidas, uma das alternativas energéticas mais promissoras para enfrentarmos os desafios do milênio. E quando se fala em energia, deve-se lembrar que o Sol é responsável pela origem de praticamente todas outras fontes de energia. Em outras palavras, as fontes de energia são derivadas da energia do Sol. Através das pesquisas foi possível identificar inúmeras possibilidades de projeção de uma casa, aproveitando a Luz Solar nos diferentes ambientes da casa ajuda a manter arejado e limpo, livre de inúmeros fungos e bactérias. A entrevista realizada com os profissionais que trabalham na área da construção civil, nos deu mais informações sobre como construir uma casa de forma que se aproveite da melhor maneira possível a luz solar. Entre elas estão á cor do ambiente e os materiais mais adequados para construir uma casa com o aproveitamento da luz do sol. As cores claras são as mais indicadas para fazer melhor aproveitamento da luz do sol. Além de conseguirmos identificar a importância de a luz solar nas relações da natureza, pois esta é a condição para a existência de nossas indústrias, nossos meios de transporte e até mesmo a agricultura e a vida urbana. Enfim, é a condição para a existência de nossa sociedade sem energia seja ela qual for, ou melhor, a energia é de essencial importância. O nosso experimento se concentra na construção de uma miniatura de casa que aproveite da melhor possível a luminosidade do sol. Janelas grandes, cor clara e teto solar são algumas das alternativas para economizar energia elétrica durante o dia. Essa miniatura de casa representa uma construção simples, onde os ambientes como a cozinha, quarto, lavanderia. Banheiro e sala possuem janelas que permitem durante o dia a entrada da luz solar, sendo desta forma, não necessário o uso de luz artificial para iluminar os ambientes e permitir a livre circulação de pessoas.